Caminho de quem segue
O que persegue
Caminho de quem vive
E sobrevive
Pedra sobre pedra
Regra sobre regra
Guerra após guerra
Vitórias que a vida encerra
Queima o fogo ardente
Que aquece a semente
Vida que na vida
Dôa sua vida
Morre prá nascer
Morre prá viver
Noite que adormece
Pra outro dia despertar
Vida que emudece
Pra outra vida cantar
Sonho que desvanece
Por não ter onde pousar
Lembra do que se esquece
Pra novamente sonhar
Rosangela Prado
quinta-feira, 31 de março de 2011
Brincar
Brincar de esconde-esconde
Dentro do meu coração
Descobrir quem se esconde
Dentro da minha ilusão
Brincar de amarelinha
E alcançar o céu
E observar quem se aninha
Por detrás desse véu
Quem seu canto emudeceu
Pra não se dar a conhecer
Quem o berço preparou
Pra esse amor nascer
Na ciranda cirandinha
Volta e meia quero dar
Mas não vou dançar sózinha
Com voce quero bailar..
Rosangela Prado
Dentro do meu coração
Descobrir quem se esconde
Dentro da minha ilusão
Brincar de amarelinha
E alcançar o céu
E observar quem se aninha
Por detrás desse véu
Quem seu canto emudeceu
Pra não se dar a conhecer
Quem o berço preparou
Pra esse amor nascer
Na ciranda cirandinha
Volta e meia quero dar
Mas não vou dançar sózinha
Com voce quero bailar..
Rosangela Prado
quarta-feira, 30 de março de 2011
Manchete de jornal
Uma notícia no rádio
Uma manchete no jornal
Tudo só pra dizer
Que o que acontece é normal
Um chôro atráz da porta
Um segrêdo ao pé do ouvido
Uma árvore cresce torta
Que alguém se importe eu duvido
O sangue lava as ruas
A dor ecoa nos sinos
Meninas amanhecem nuas
E à noite...morte aos meninos
Olhos se fecham,bôcas se calam
Sorrisos se apagam
Todos se abalam
Mas amanhã é outro dia
Uma nova notícia no rádio
Uma nova manchete no jornal
Tudo só pra dizer
Que o que acontece é normal
Rosangela Prado
Uma manchete no jornal
Tudo só pra dizer
Que o que acontece é normal
Um chôro atráz da porta
Um segrêdo ao pé do ouvido
Uma árvore cresce torta
Que alguém se importe eu duvido
O sangue lava as ruas
A dor ecoa nos sinos
Meninas amanhecem nuas
E à noite...morte aos meninos
Olhos se fecham,bôcas se calam
Sorrisos se apagam
Todos se abalam
Mas amanhã é outro dia
Uma nova notícia no rádio
Uma nova manchete no jornal
Tudo só pra dizer
Que o que acontece é normal
Rosangela Prado
terça-feira, 29 de março de 2011
Voce chegou...
Voce chegou trazendo estrelas no olhar
Com seu jeito quieto e de pouco falar
Me deu de presente um raio de luar
Dizendo ser tempo de começar a sonhar
Voce chegou e cativou meu coração
Como o músico é cativo da canção
Me descuidei e me tornei sua prêsa
E me expus totalmente sem defesa
Voce chegou e logo se instalou
E o teu sorriso minha noite iluminou
E naquele momento eu pude perceber
Seria preciso mais que um momento
Pra poder te esquecer...
Rosangela Prado
Com seu jeito quieto e de pouco falar
Me deu de presente um raio de luar
Dizendo ser tempo de começar a sonhar
Voce chegou e cativou meu coração
Como o músico é cativo da canção
Me descuidei e me tornei sua prêsa
E me expus totalmente sem defesa
Voce chegou e logo se instalou
E o teu sorriso minha noite iluminou
E naquele momento eu pude perceber
Seria preciso mais que um momento
Pra poder te esquecer...
Rosangela Prado
segunda-feira, 28 de março de 2011
Quero ver-te
Quero ver-te nas águas claras
No verde suave das matas
Nas côres das araras
No branco das cascatas
Quero ver-te nos passarinhos
Na paz dos mananciais
No som dentro dos ninhos
Na beleza dos animais
Quero ver-te nas planícies
E nas côres de suas flôres
Como doces superfícies
Destinada aos amores
Quero ver-te na distância
Do horizonte já tingido
E sentir-te na fragrância
De um perfume não fingido
Quero ver-te no que resta
Do paraíso que criaste
Onde ainda tem floresta
Que resiste ao devaste
Quero ver-te na beleza
Que insiste em ficar
Nos mistérios da natureza
Que não puderam decifrar
Quero ver-te na cidade
Onde o homem foi morar
E em toda felicidade
Que ele é capaz de desejar
Não quero ver-te como toda gente
Mas além dos olhos do mundo
No interior de cada semente
E além do mar profundo
Quero ver-te em toda parte
E onde nem sempre querem ver-te
E quero sempre amar-te
Sem jamais poder esquecer-te
Rosangela Prado
No verde suave das matas
Nas côres das araras
No branco das cascatas
Quero ver-te nos passarinhos
Na paz dos mananciais
No som dentro dos ninhos
Na beleza dos animais
Quero ver-te nas planícies
E nas côres de suas flôres
Como doces superfícies
Destinada aos amores
Quero ver-te na distância
Do horizonte já tingido
E sentir-te na fragrância
De um perfume não fingido
Quero ver-te no que resta
Do paraíso que criaste
Onde ainda tem floresta
Que resiste ao devaste
Quero ver-te na beleza
Que insiste em ficar
Nos mistérios da natureza
Que não puderam decifrar
Quero ver-te na cidade
Onde o homem foi morar
E em toda felicidade
Que ele é capaz de desejar
Não quero ver-te como toda gente
Mas além dos olhos do mundo
No interior de cada semente
E além do mar profundo
Quero ver-te em toda parte
E onde nem sempre querem ver-te
E quero sempre amar-te
Sem jamais poder esquecer-te
Rosangela Prado
domingo, 27 de março de 2011
Se me cala a voz
Se me cala a voz
Explode o coração
E quando estou a sós
Renasce uma canção
Se me cala a voz
Aflora o sentimento
Como se quebra a noz
À luz de um momento
Se me cala a voz
A minha alma grita
Qual rio em sua foz
Geme de aflita
Se me cala a voz
Escreve a minha mão
O que aprendi com o algoz
Do cárcere da solidão
Se me cala a voz
Sussurra um furacão
Quando estou a sós
Com o meu coração
Rosangela Prado
Explode o coração
E quando estou a sós
Renasce uma canção
Se me cala a voz
Aflora o sentimento
Como se quebra a noz
À luz de um momento
Se me cala a voz
A minha alma grita
Qual rio em sua foz
Geme de aflita
Se me cala a voz
Escreve a minha mão
O que aprendi com o algoz
Do cárcere da solidão
Se me cala a voz
Sussurra um furacão
Quando estou a sós
Com o meu coração
Rosangela Prado
sábado, 26 de março de 2011
Entardecer
Como é lindo o entardecer
Quando o sol se despede
Como que escorrendo por entre os nossos dedos
Como que indo embora
Pedindo para ficar
Como que despedindo
Mas desejando abraçar
O entardecer tráz um aroma especial
É um perfume tão doce
Como doce é a esperança
De que amanhã será melhor
É como alguém que se vai
Com a certeza que voltará amanhã de manhã
É uma despedida sem saudade
É um adeus que é quase um oi
Uma brisa sopra no ar
Os sons se acalmam
Outra música começa a tocar
Tudo parece se distanciar
As vozes vão ficando mais longe
É como se o céu também fechasse as janelas
E aos poucos acendesse as luzes
É um maravilhoso espetáculo
O silenciar do dia
Para que a noite possa conversar
Parece coisa de poeta
Mas o entardecer
É uma das mais lindas poesias
Que alguém pôde escrever
Rosangela Prado
Quando o sol se despede
Como que escorrendo por entre os nossos dedos
Como que indo embora
Pedindo para ficar
Como que despedindo
Mas desejando abraçar
O entardecer tráz um aroma especial
É um perfume tão doce
Como doce é a esperança
De que amanhã será melhor
É como alguém que se vai
Com a certeza que voltará amanhã de manhã
É uma despedida sem saudade
É um adeus que é quase um oi
Uma brisa sopra no ar
Os sons se acalmam
Outra música começa a tocar
Tudo parece se distanciar
As vozes vão ficando mais longe
É como se o céu também fechasse as janelas
E aos poucos acendesse as luzes
É um maravilhoso espetáculo
O silenciar do dia
Para que a noite possa conversar
Parece coisa de poeta
Mas o entardecer
É uma das mais lindas poesias
Que alguém pôde escrever
Rosangela Prado
sexta-feira, 25 de março de 2011
Noite...
Na violenta
Noite na rua
O sangue esquenta
A morte está nua
Na madrugada
Em meio ao vazio
A luz apagada
Só resta o pavio
Ouço um gemido
No meio do lixo
Um som tão sofrido
Tal qual um cochicho
Mais adiante
Um corpo adornado
Coma ar sorridente
Está sendo comprado
Em meio aos cães
Caminham outros cães
E são tão iguais
Nos seus ideais
A noite acoberta
Um momento sombrio
Sinal de alerta
Um rosto vadio
E o dia amanhece...
E o sol ilumina
O que não se esquece
Nem se domina
Rosangela Prado
Noite na rua
O sangue esquenta
A morte está nua
Na madrugada
Em meio ao vazio
A luz apagada
Só resta o pavio
Ouço um gemido
No meio do lixo
Um som tão sofrido
Tal qual um cochicho
Mais adiante
Um corpo adornado
Coma ar sorridente
Está sendo comprado
Em meio aos cães
Caminham outros cães
E são tão iguais
Nos seus ideais
A noite acoberta
Um momento sombrio
Sinal de alerta
Um rosto vadio
E o dia amanhece...
E o sol ilumina
O que não se esquece
Nem se domina
Rosangela Prado
Travessuras
Dar ao rumo
O rumo
Que o rumo quer
Sem saber se mal
Ou bem-me-quer
Dar a quem
O bem que tiver
Dá meu bem
O bem que puder
Deixa vir o que vier
Deixa ir o qeu quizer
Meu coração de mulher
É quem escolhe o que quer
E não duvide se às vezes ele fizer
Travessuras...de mulher...
Rosangela Prado
O rumo
Que o rumo quer
Sem saber se mal
Ou bem-me-quer
Dar a quem
O bem que tiver
Dá meu bem
O bem que puder
Deixa vir o que vier
Deixa ir o qeu quizer
Meu coração de mulher
É quem escolhe o que quer
E não duvide se às vezes ele fizer
Travessuras...de mulher...
Rosangela Prado
quinta-feira, 24 de março de 2011
Infância
Curtia a carícia da brisa
Vestida com um raio de sol
Contemplava a estrela indecisa
Sentada junto ao paiol
Não tinha a malícia das damas
Ainda havia muito para aprender
Sobre o que acontecia nas camas
E nos livros que não podia ler
Crescia e seu corpo mudava
E mudava seu interior
Não era mais como quando brincava
Pelos campos cobertos de flor
Hoje essa lembrança distante
Baila na minha memória
Vem abraçada ao tempo
Do início da minha história
Rosangela Prado
Vestida com um raio de sol
Contemplava a estrela indecisa
Sentada junto ao paiol
Não tinha a malícia das damas
Ainda havia muito para aprender
Sobre o que acontecia nas camas
E nos livros que não podia ler
Crescia e seu corpo mudava
E mudava seu interior
Não era mais como quando brincava
Pelos campos cobertos de flor
Hoje essa lembrança distante
Baila na minha memória
Vem abraçada ao tempo
Do início da minha história
Rosangela Prado
quarta-feira, 23 de março de 2011
A noite...
A noite parou
Prá ouvir meu coração
E tudo se fez silêncio
Prá gritar minha solidão
As lágrimas que rolam
Rolam pra fugir
Por que sabem não consolam
Nem me impedem de sentir
Essa dor que me maltrata
Essa angústia que alucina
Uma crise que retrata
O que a vida não domina
Rosangela Prado
Prá ouvir meu coração
E tudo se fez silêncio
Prá gritar minha solidão
As lágrimas que rolam
Rolam pra fugir
Por que sabem não consolam
Nem me impedem de sentir
Essa dor que me maltrata
Essa angústia que alucina
Uma crise que retrata
O que a vida não domina
Rosangela Prado
terça-feira, 22 de março de 2011
Pequena bailarina
Pequena bailarina
Leve borboleta
Que voa na ponta dos pés
Pelos campos sem limites
Dos seus sonhos
Pequena bailarina
Que ainda não sabe
A águia que carrega dentro de si
Que ainda desconhece
O poder que tem de voar
Brinca como borboleta
Nos pequenos campos da sua infância
Mas um dia vai bailar
No mais alto céu
No mais profundo azul
Da sua maturidade
Quando se tornar mulher...
(Para minha pequena bailarina...Sofia )
Rosangela Prado
Leve borboleta
Que voa na ponta dos pés
Pelos campos sem limites
Dos seus sonhos
Pequena bailarina
Que ainda não sabe
A águia que carrega dentro de si
Que ainda desconhece
O poder que tem de voar
Brinca como borboleta
Nos pequenos campos da sua infância
Mas um dia vai bailar
No mais alto céu
No mais profundo azul
Da sua maturidade
Quando se tornar mulher...
(Para minha pequena bailarina...Sofia )
Rosangela Prado
segunda-feira, 21 de março de 2011
Motim
É uma tarde quente
O vapor subindo no asfalto
Apenas uma brisa leve
Muito leve...
Tocando a minha pele
Numa forma de carinho
Uma borboleta passou distraída
Como distraído está meu pensamento
E como num vôo sem vento
As aves flutuam no ar
Quase sem vida
Quase sem rumo
A natureza quase morta
Está mais viva do que eu
Meus pensamentos se rebelam
No meu cárcere
Está armado um motim
Minhas emoções
Querem saltar os muros
Dessa prisão dentro de mim
Quero quebrar as cadeias
Quero soltar os grilhões
Quero ser livre assim...
Dos outros e de mim...
Rosangela Prado
O vapor subindo no asfalto
Apenas uma brisa leve
Muito leve...
Tocando a minha pele
Numa forma de carinho
Uma borboleta passou distraída
Como distraído está meu pensamento
E como num vôo sem vento
As aves flutuam no ar
Quase sem vida
Quase sem rumo
A natureza quase morta
Está mais viva do que eu
Meus pensamentos se rebelam
No meu cárcere
Está armado um motim
Minhas emoções
Querem saltar os muros
Dessa prisão dentro de mim
Quero quebrar as cadeias
Quero soltar os grilhões
Quero ser livre assim...
Dos outros e de mim...
Rosangela Prado
Lindo môço
Era um lindo môço
De formoso rosto
E apurado gôsto
Que viu uma rosa
Rosa,côr-de-rosa
Rosa e formosa
E o lindo moço
De formoso rosto
E apurado gôsto
Se encantou da rosa
Bela e formosa
De pele cheirosa
E o lindo môço
De formoso rosto
E apurado gôsto
Não viu que a rosa
Rosa e formosa
Agora era amorosa
Foi-se o lindo môço
De formoso rosto
E apurado gôsto
E deixou a rosa
Bela e cheirosa
Agora tão chorosa
Olha lindo môço
De formoso rosto
E apurado gôsto
Que a sua rosa
Rosa côr-de-rosa
Já não é mais rosa
Rosangela Prado
De formoso rosto
E apurado gôsto
Que viu uma rosa
Rosa,côr-de-rosa
Rosa e formosa
E o lindo moço
De formoso rosto
E apurado gôsto
Se encantou da rosa
Bela e formosa
De pele cheirosa
E o lindo môço
De formoso rosto
E apurado gôsto
Não viu que a rosa
Rosa e formosa
Agora era amorosa
Foi-se o lindo môço
De formoso rosto
E apurado gôsto
E deixou a rosa
Bela e cheirosa
Agora tão chorosa
Olha lindo môço
De formoso rosto
E apurado gôsto
Que a sua rosa
Rosa côr-de-rosa
Já não é mais rosa
Rosangela Prado
domingo, 20 de março de 2011
Canto da janela
Pelo canto da janela
Vejo um pedacinho do infinito
Percebi o quanto meu coração anela
Essa paz que agora eu fito
No turbilhão das ondas
No seio da tempestade
Quando o perigo ronda
Quando me assalta a ansiedade
Aí desejo estar onde tu estás
Deixar que me envolvas num abraço
Descansar na paz que tu me dás
Percorrer contigo teu espaço
Deitar no teu peito
Ouvir teu coração
A pulsar de um jeito
Que parece uma canção
Rosangela Prado
Vejo um pedacinho do infinito
Percebi o quanto meu coração anela
Essa paz que agora eu fito
No turbilhão das ondas
No seio da tempestade
Quando o perigo ronda
Quando me assalta a ansiedade
Aí desejo estar onde tu estás
Deixar que me envolvas num abraço
Descansar na paz que tu me dás
Percorrer contigo teu espaço
Deitar no teu peito
Ouvir teu coração
A pulsar de um jeito
Que parece uma canção
Rosangela Prado
Dia e noite....
Debruçada na janela
Vejo o céu passar por mim
Até o sol com sua cor amarela
Cobrir o brilho da última estrela enfim
E o céu continua passando
Com suas nuvens de fumaça
Como sonhos que esvoaçando
Clamam por um momento de graça
E assim vão passando
Até o sol se despedir
E ouvindo a voz de comando
A primeira estrela surgir
Dia e noite,noite e dia
Vão passando lentamente
Vão seguindo em harmonia
Com o curso da vida da gente
Rosangela Prado
Vejo o céu passar por mim
Até o sol com sua cor amarela
Cobrir o brilho da última estrela enfim
E o céu continua passando
Com suas nuvens de fumaça
Como sonhos que esvoaçando
Clamam por um momento de graça
E assim vão passando
Até o sol se despedir
E ouvindo a voz de comando
A primeira estrela surgir
Dia e noite,noite e dia
Vão passando lentamente
Vão seguindo em harmonia
Com o curso da vida da gente
Rosangela Prado
sábado, 19 de março de 2011
Sonhos de papel
O vento bate em meu rosto
Meu coração é solitário
Um sentimento é sobreposto
Ao meu mundo imaginário
A solidão nas ruas
A solidão no quarto
Minhas lembranças nuas
No meu álbum de retratos
Meus sonhos de papel
São como um leve barquinho
Vão navegando ao léu
Tentando achar um caminho
Rosangela Prado
Meu coração é solitário
Um sentimento é sobreposto
Ao meu mundo imaginário
A solidão nas ruas
A solidão no quarto
Minhas lembranças nuas
No meu álbum de retratos
Meus sonhos de papel
São como um leve barquinho
Vão navegando ao léu
Tentando achar um caminho
Rosangela Prado
Espelho
Quando te vejo reflexo de mim
Parte de um mundo que eu não alcanço
Tento enxergar além da imagem,o sentimento...
Tento conhecer quem é voce...
Eu quero um espelho que reflita a tua alma
Eu quero pra tua alma
A transparência do cristal
Voce poderia ser uma casa de janelas abertas
Sem o medo de ser observada
Mas se fecha,e se esconde de mim
A calma do teu rosto
Contrasta com a agonia do teu coração
Um lago de águas claras
Que não se pode revolver fundo
Teu sorriso oculta a dor que não pode sentir
Teu olhar se perde entre o passado e futuro
E a expressão de não saber o que fazer
É marcada por rugas
Que não sabem o que responder
Eu preciso muito saber quem é voce
Mostra-me espelho meu
Que sou eu?
Rosangela Prado
Parte de um mundo que eu não alcanço
Tento enxergar além da imagem,o sentimento...
Tento conhecer quem é voce...
Eu quero um espelho que reflita a tua alma
Eu quero pra tua alma
A transparência do cristal
Voce poderia ser uma casa de janelas abertas
Sem o medo de ser observada
Mas se fecha,e se esconde de mim
A calma do teu rosto
Contrasta com a agonia do teu coração
Um lago de águas claras
Que não se pode revolver fundo
Teu sorriso oculta a dor que não pode sentir
Teu olhar se perde entre o passado e futuro
E a expressão de não saber o que fazer
É marcada por rugas
Que não sabem o que responder
Eu preciso muito saber quem é voce
Mostra-me espelho meu
Que sou eu?
Rosangela Prado
sexta-feira, 18 de março de 2011
Eu vi...
Eu vi apenas um raio de sol
Beijando docemente uma flor
Eu vi apenas uma palavra
Tornando eterno um amor
Eu vi apenas uma estrela
Iluminando a escuridão
Eu vi apenas um sorriso
Vibrando meu coração
Eu vi apenas uma folha
Sendo levada pelo vento
Eu vi apenas uma lembrança
Varrendo meu pensamento
Rosangela Prado
Beijando docemente uma flor
Eu vi apenas uma palavra
Tornando eterno um amor
Eu vi apenas uma estrela
Iluminando a escuridão
Eu vi apenas um sorriso
Vibrando meu coração
Eu vi apenas uma folha
Sendo levada pelo vento
Eu vi apenas uma lembrança
Varrendo meu pensamento
Rosangela Prado
Belo país
Água corrente
Cheia,enchente
Gente contente
Pisando na gente
Rouba o rato
A sobra do prato
Onde com tato
Come o gato
Rua sem luz
Que mal te conduz
Lei que produz
Ferida e puz
Belo país
Profunda raíz
Morre e diz
Que ainda é feliz
Canta a vitória
Que vira história
No sonho da escória
De vida ilusória
Agita a bandeira
Em dia de feira
Pede à rezadeira
A fé derradeira
Pobre menino
Rico felino
Cristal cristalino
Caos alcalino
Verde amarelo
Pé de chinelo
Sonho que anelo
Quebrar esse elo
Voz que ecoa
Num tempo que voa
Clama e apregoa
O Deus que abençoa
Rosangela Prado
Cheia,enchente
Gente contente
Pisando na gente
Rouba o rato
A sobra do prato
Onde com tato
Come o gato
Rua sem luz
Que mal te conduz
Lei que produz
Ferida e puz
Belo país
Profunda raíz
Morre e diz
Que ainda é feliz
Canta a vitória
Que vira história
No sonho da escória
De vida ilusória
Agita a bandeira
Em dia de feira
Pede à rezadeira
A fé derradeira
Pobre menino
Rico felino
Cristal cristalino
Caos alcalino
Verde amarelo
Pé de chinelo
Sonho que anelo
Quebrar esse elo
Voz que ecoa
Num tempo que voa
Clama e apregoa
O Deus que abençoa
Rosangela Prado
Pardais
Canto que o mar repete
Dia e noite sem parar
Tempo que o vento investe
Pra todo tempo cantar
Canto que o rio leva
Pra junto do sol poente
E um momento reserva
pra me tocar suavemente
Ouço uma sinfonia
Quem daria valor a pardais?
Mas dentro da minha agonia
É o mais lindo dos recitais
Rosangela Prado
Dia e noite sem parar
Tempo que o vento investe
Pra todo tempo cantar
Canto que o rio leva
Pra junto do sol poente
E um momento reserva
pra me tocar suavemente
Ouço uma sinfonia
Quem daria valor a pardais?
Mas dentro da minha agonia
É o mais lindo dos recitais
Rosangela Prado
quinta-feira, 17 de março de 2011
Canto....
Canto,canto
O encanto
Dos olhos da lua em mim
Falo do seu acalanto
Nas noites frias enfim
E o seu clarão na minha cama
Branco como o marfim
É como o frio que emana
Das lembranças dentro de mim...
Rosangela Prado
O encanto
Dos olhos da lua em mim
Falo do seu acalanto
Nas noites frias enfim
E o seu clarão na minha cama
Branco como o marfim
É como o frio que emana
Das lembranças dentro de mim...
Rosangela Prado
Amor...
Um sentimento
Me invade a alma
Me tráz calma
E contentamento
Autor dos meus versos
Sonhos dispersos
Refrões impressos
De modos diversos
Amor...doce acalanto
Que faz do meu canto
Mais que um encanto
Porta do meu pranto
Rosangela Prado
Me invade a alma
Me tráz calma
E contentamento
Autor dos meus versos
Sonhos dispersos
Refrões impressos
De modos diversos
Amor...doce acalanto
Que faz do meu canto
Mais que um encanto
Porta do meu pranto
Rosangela Prado
quarta-feira, 16 de março de 2011
Saudade...
Olhei pela janela do quarto
Vi um céu azul, muito azul
Flores vermelhas sobre o branco muro
Num forte contraste
Nunca estiveram tão lindas
Bailando ao som do vento
Não se perturbam com nada
Pra elas basta que seja primavera
O sol beija meu rosto
E me toca com seus dedos quentes
Eu sinto a ternura da brisa
Um pássaro canta e não mente
A emoção percorre minhas veias
E vai ao meu coração anunciar
Alguém chegou pra nos visitar
É a saudade...
Com sua mala de lembranças
Pra me fazer de ti recordar...
Rosangela Prado
Vi um céu azul, muito azul
Flores vermelhas sobre o branco muro
Num forte contraste
Nunca estiveram tão lindas
Bailando ao som do vento
Não se perturbam com nada
Pra elas basta que seja primavera
O sol beija meu rosto
E me toca com seus dedos quentes
Eu sinto a ternura da brisa
Um pássaro canta e não mente
A emoção percorre minhas veias
E vai ao meu coração anunciar
Alguém chegou pra nos visitar
É a saudade...
Com sua mala de lembranças
Pra me fazer de ti recordar...
Rosangela Prado
terça-feira, 15 de março de 2011
O que é...
O que é vai deixar de ser
O que não foi nunca será
O que é raso pode ser profundo
E o que é profudo pode se encher
O que está sujo pode se limpar
E se limpando pode se sujar
O que é firme pode se abalar
O que se abala pode desabar
O que se escreve pode não se ler
O que se sente pode não se escrever
O que se diz pode não se entender
O que se entende pode não se dizer
Do que se sonha não dá pra viver
Quem viverá sem sonhar?
O que vive, sabe que um dia vai morrer
Mas morrendo de amor
É a melhor forma de se viver...
Rosangela Prado
O que não foi nunca será
O que é raso pode ser profundo
E o que é profudo pode se encher
O que está sujo pode se limpar
E se limpando pode se sujar
O que é firme pode se abalar
O que se abala pode desabar
O que se escreve pode não se ler
O que se sente pode não se escrever
O que se diz pode não se entender
O que se entende pode não se dizer
Do que se sonha não dá pra viver
Quem viverá sem sonhar?
O que vive, sabe que um dia vai morrer
Mas morrendo de amor
É a melhor forma de se viver...
Rosangela Prado
segunda-feira, 14 de março de 2011
Busco
Busco teu olhar
Como a noite busca o dia
Busco o teu amor
Como a abelha busca a flor
Busco no teu corpo
Minha fonte de prazer
Como aquele que tem sêde
Busca água pra beber
Busco no teu brilho
o meu rosto iluminar
Como o mar a doce lua
Se contenta em espelhar
Busco no teu peito
Meu amor entrelaçar
Como paralelas
Querendo se encontrar
Busco no teu ninho
Meu descanso alcançar
Como passarinhos
Querendo se amar
Rosangela Prado
Como a noite busca o dia
Busco o teu amor
Como a abelha busca a flor
Busco no teu corpo
Minha fonte de prazer
Como aquele que tem sêde
Busca água pra beber
Busco no teu brilho
o meu rosto iluminar
Como o mar a doce lua
Se contenta em espelhar
Busco no teu peito
Meu amor entrelaçar
Como paralelas
Querendo se encontrar
Busco no teu ninho
Meu descanso alcançar
Como passarinhos
Querendo se amar
Rosangela Prado
Portais
Portais de pedra
Umbrais dos fortes
Que não se quebram
E nem se dobram
Pisam o chão frio
Beijam a morte
Sentem o desafio
Que vem do norte
Dor que não sara
E nem se vai
Tapa na cara
De quem não cai
Águas que lavam
O rosto sofrido
Gritos que abafam
O triste gemido
Dos cães que ladram
Nas rua sózinhos
Como os que enquadram
Nesses caminhos
Cartas que levam
Os sentimentos
Corações que pesam
como os sofrimentos
Olhos que alcançam
O riso dos ventos
Vozes que dançam
Nos pensamentos
Rosangela Prado
Umbrais dos fortes
Que não se quebram
E nem se dobram
Pisam o chão frio
Beijam a morte
Sentem o desafio
Que vem do norte
Dor que não sara
E nem se vai
Tapa na cara
De quem não cai
Águas que lavam
O rosto sofrido
Gritos que abafam
O triste gemido
Dos cães que ladram
Nas rua sózinhos
Como os que enquadram
Nesses caminhos
Cartas que levam
Os sentimentos
Corações que pesam
como os sofrimentos
Olhos que alcançam
O riso dos ventos
Vozes que dançam
Nos pensamentos
Rosangela Prado
domingo, 13 de março de 2011
Pé de chinelo
Um pé de chinelo
Sem par paralelo
Um rosto sombrio
Sem nenhum desafio
Um louco sem causa
Ou a causa de um louco
Uma música sem pausa
Do silêncio quer um pouco
As flores no campo
E as águas que correm
São parte do encanto
Dos que não morrem
Rosangela Prado
Sem par paralelo
Um rosto sombrio
Sem nenhum desafio
Um louco sem causa
Ou a causa de um louco
Uma música sem pausa
Do silêncio quer um pouco
As flores no campo
E as águas que correm
São parte do encanto
Dos que não morrem
Rosangela Prado
sábado, 12 de março de 2011
Amor mudo
Canto que canta o tempo
Sem poder reclamar
Relógio que marca o futuro
Sem poder se adiantar
Flor que enfeita a estação
Sem pra sempre poder enfeitar
Chuva que molha a terra
Sem pra sempre poder ficar
Sol,girassol,girando o mundo
Sem sair do lugar
Amor que nasceu mudo
Sem jamais poder falar
Rosangela Prado
Sem poder reclamar
Relógio que marca o futuro
Sem poder se adiantar
Flor que enfeita a estação
Sem pra sempre poder enfeitar
Chuva que molha a terra
Sem pra sempre poder ficar
Sol,girassol,girando o mundo
Sem sair do lugar
Amor que nasceu mudo
Sem jamais poder falar
Rosangela Prado
Meu canto
O céu infinito
É menor que meu grito
O horizonte é um traço
Fugindo do abraço
Meu canto é um rio
Seguindo arredio
Ganhando os espaços
Rompendo os laços
Medindo a medida
Da sua guarida
Subindo as alturas
Tecendo as ruturas
Calando meus mêdos
Contando segredos
Vivendo a vida
Curando a ferida
Rindo o riso
Maduro do siso
Rosangela Prado
É menor que meu grito
O horizonte é um traço
Fugindo do abraço
Meu canto é um rio
Seguindo arredio
Ganhando os espaços
Rompendo os laços
Medindo a medida
Da sua guarida
Subindo as alturas
Tecendo as ruturas
Calando meus mêdos
Contando segredos
Vivendo a vida
Curando a ferida
Rindo o riso
Maduro do siso
Rosangela Prado
Rola...
Rola o vento
Brincando no tempo
Rola o sentimento
Qual folha ao vento
Rola a alegria
Como fantasia
E a fantasia
Vestida de magia
Rola a saudade
Qual realidade
E como a realidade
Fica de verdade
Rola a liberdade
Cheia de verdade
E sem a malícia
Passeia na cidade
Rola a lealdade
Com a sua fôrça
E com veracidade
A fôrça da amizade
Rola a confiança
Que com liberdade
Dança a sua dança
De afinidade
Rola a vida
Mesmo sem guarida
Uma ave destemida
Que saiu sem despedida
Rosangela Prado
Brincando no tempo
Rola o sentimento
Qual folha ao vento
Rola a alegria
Como fantasia
E a fantasia
Vestida de magia
Rola a saudade
Qual realidade
E como a realidade
Fica de verdade
Rola a liberdade
Cheia de verdade
E sem a malícia
Passeia na cidade
Rola a lealdade
Com a sua fôrça
E com veracidade
A fôrça da amizade
Rola a confiança
Que com liberdade
Dança a sua dança
De afinidade
Rola a vida
Mesmo sem guarida
Uma ave destemida
Que saiu sem despedida
Rosangela Prado
sexta-feira, 11 de março de 2011
O que se foi...
O que se pensou
E não se disse
O que não ficou
Até que saísse
O que se sonhou
E não se viveu
Não se contou
Nem se escondeu
O que se viu na cara
Tão clara da lua
Não se espalhou
No meio da rua
O que não se comprou
Nem se vendeu
Nem se notou
Quando se perdeu
O que não se sagrou
Sangrou na saída
O que o tempo apagou
É lembrança esquecida
O que se desejou
E não se buscou
É dor que a saudade
Com a lágrima amenizou
Rosangela Prado
E não se disse
O que não ficou
Até que saísse
O que se sonhou
E não se viveu
Não se contou
Nem se escondeu
O que se viu na cara
Tão clara da lua
Não se espalhou
No meio da rua
O que não se comprou
Nem se vendeu
Nem se notou
Quando se perdeu
O que não se sagrou
Sangrou na saída
O que o tempo apagou
É lembrança esquecida
O que se desejou
E não se buscou
É dor que a saudade
Com a lágrima amenizou
Rosangela Prado
quinta-feira, 10 de março de 2011
Viver e sonhar
Sonhar é mais que viver
Viver é mais que sonhar
Enquanto sonhamos ,vivemos
Enquanto vivemos, sonhamos
Enquanto falamos, calamos
E quando calamos,falamos
O que o nosso silêncio quer gritar
E os nossos ouvidos anseiam por escutar
Quanta contradição sem solução
Queremos a solução sem contradição
Sonhamos com a paz,mas fazemos a guerra
E dizemos que a guerra é em nome da paz
Fazemos do amor nossa bandeira
E por ser amor
achamos que é besteira
E quando achamos que somos "inteiro"
Percebemos que somos só metade
E em algum momento da nossa vida
Entenderemos...
Que não importa
Se vivemos ou sonhamos...
Se sonhamos ou vivemos...
O que importa...
É que seja verdadeiro...
Rosangela Prado
Viver é mais que sonhar
Enquanto sonhamos ,vivemos
Enquanto vivemos, sonhamos
Enquanto falamos, calamos
E quando calamos,falamos
O que o nosso silêncio quer gritar
E os nossos ouvidos anseiam por escutar
Quanta contradição sem solução
Queremos a solução sem contradição
Sonhamos com a paz,mas fazemos a guerra
E dizemos que a guerra é em nome da paz
Fazemos do amor nossa bandeira
E por ser amor
achamos que é besteira
E quando achamos que somos "inteiro"
Percebemos que somos só metade
E em algum momento da nossa vida
Entenderemos...
Que não importa
Se vivemos ou sonhamos...
Se sonhamos ou vivemos...
O que importa...
É que seja verdadeiro...
Rosangela Prado
quarta-feira, 9 de março de 2011
Emoções
A noite vem como mãe desfilhada...
A solidão invade como faca afiada...
O coração...sertão castigado pela sêca...
A emoção...vento que não tem cêrca...
O corpo...bicho que não se afaga...
O desejo...incêndio que não se apaga...
O olhar...pássaro que não tem ninho...
O pensamento...viajante do caminho...
A saudade...pequena gota que corrói...
A paixão...vento forte que destrói...
O sorriso...refúgio de uma lágrima contraditória...
O ontem...abrigo de uma história...
A ilusão...uma nuvem traiçoeira...
O sonho...uma ambição verdadeira...
A raiva...o vômito do vulcão...
Felicidade...bailarina que dança sem canção...
Rosangela Prado
A solidão invade como faca afiada...
O coração...sertão castigado pela sêca...
A emoção...vento que não tem cêrca...
O corpo...bicho que não se afaga...
O desejo...incêndio que não se apaga...
O olhar...pássaro que não tem ninho...
O pensamento...viajante do caminho...
A saudade...pequena gota que corrói...
A paixão...vento forte que destrói...
O sorriso...refúgio de uma lágrima contraditória...
O ontem...abrigo de uma história...
A ilusão...uma nuvem traiçoeira...
O sonho...uma ambição verdadeira...
A raiva...o vômito do vulcão...
Felicidade...bailarina que dança sem canção...
Rosangela Prado
segunda-feira, 7 de março de 2011
solidão...
O que fazes que me arrastas e me levas com voce?
Por que insistes em ser maior que o burburinho ao meu redor?
Por que cantas o canto que só eu posso ouvir?
Há muito evito os teus caminhos....
Mas de alguma forma me encontras...
E me cobres com teu manto...
E me envolves de um jeito...
Que o pavor vira encanto...
E o teu silêncio acalanto...
E eu deixo de fugir...
E passo a te buscar...
E me deixo estar no teu regaço..
E contigo divido meu espaço...
E então somos só nós...
Eu e voce...
Minha solidão...
Por que insistes em ser maior que o burburinho ao meu redor?
Por que cantas o canto que só eu posso ouvir?
Há muito evito os teus caminhos....
Mas de alguma forma me encontras...
E me cobres com teu manto...
E me envolves de um jeito...
Que o pavor vira encanto...
E o teu silêncio acalanto...
E eu deixo de fugir...
E passo a te buscar...
E me deixo estar no teu regaço..
E contigo divido meu espaço...
E então somos só nós...
Eu e voce...
Minha solidão...
quinta-feira, 3 de março de 2011
Dentro dos teus olhos...
Dentro dos teus olhos o que pode haver?
Dentre tantas imagens,qual voce quer rever?
Dentro dos teus olhos algo não razurado
Um nome, um rosto,um momento guardado
Dentro dos teus olhos,um grande enrêdo
Entre tantas lembranças,a coragem e o medo
Dentro dos teus olhos a pequena menina
Vislumbra os seus sonhos,na mesma retina
Dentro dos teus olhos viaja o passado
Buscando retratos de um mundo encantado
Dentro dos teus olhos se avista o futuro
Um tempo distante ainda obscuro
Dentro dos teus olhos um imenso mar
O desconhecido que eu não canso de admirar
Dentro dos teus olhos a miragem perdida
Soltou-se no tempo,já foi esquecida
Dentro dos teus olhos...
Dentro dos meus olhos....
Rosangela Prado
Dentre tantas imagens,qual voce quer rever?
Dentro dos teus olhos algo não razurado
Um nome, um rosto,um momento guardado
Dentro dos teus olhos,um grande enrêdo
Entre tantas lembranças,a coragem e o medo
Dentro dos teus olhos a pequena menina
Vislumbra os seus sonhos,na mesma retina
Dentro dos teus olhos viaja o passado
Buscando retratos de um mundo encantado
Dentro dos teus olhos se avista o futuro
Um tempo distante ainda obscuro
Dentro dos teus olhos um imenso mar
O desconhecido que eu não canso de admirar
Dentro dos teus olhos a miragem perdida
Soltou-se no tempo,já foi esquecida
Dentro dos teus olhos...
Dentro dos meus olhos....
Rosangela Prado
quarta-feira, 2 de março de 2011
O presente chora...
O presente chora
Quando tem que ir embora
E de um jeito delicado
Torna-se passado
Os ventos que sopraram
As nuvens que passaram
As águas que rolaram
Ao presente não tornaram
O presente chora
Quando tem que ir embora
Fica na memória
É parte da história
Muda o sentimento
Hoje parte do momento
Mas na realidade
Hoje chama-se saudade...
Rosangela Prado
Quando tem que ir embora
E de um jeito delicado
Torna-se passado
Os ventos que sopraram
As nuvens que passaram
As águas que rolaram
Ao presente não tornaram
O presente chora
Quando tem que ir embora
Fica na memória
É parte da história
Muda o sentimento
Hoje parte do momento
Mas na realidade
Hoje chama-se saudade...
Rosangela Prado
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